
Abu Simbel
Os dois templos de Ramsés II, cortados em mais de mil blocos e remontados sessenta metros acima do nível original para escapar da subida do Lago Nasser.

Conheça os lugares mais marcantes da região de Assuã e Núbia.

Os dois templos de Ramsés II, cortados em mais de mil blocos e remontados sessenta metros acima do nível original para escapar da subida do Lago Nasser.

Um templo duplo e simétrico, dividido entre o deus-crocodilo Sobek e o deus-falcão Haroeris, à beira do Nilo, com um museu de crocodilos mumificados ao lado.

O templo mais bem preservado do Egito, dedicado ao deus-falcão Hórus, com teto e paredes praticamente intactos depois de dois mil anos.

A ilha no meio do Nilo em frente a Assuã, com um vilarejo núbio de casas coloridas, ruínas de três mil anos e o Museu Núbio ao alcance de uma faluca.

A represa que criou o Lago Nasser em 1970 e mudou a geografia de todo o sul do Egito — o motivo pelo qual Filae e Abu Simbel precisaram ser transferidos.

Um obelisco de mil e vinte toneladas, ainda preso à pedreira de granito onde rachou durante o corte — a peça que melhor explica como o Egito antigo extraía pedra em blocos únicos.

O templo dedicado a Ísis, transferido pedra por pedra para uma ilha mais alta nos anos 1970 para escapar da subida das águas do Lago Nasser.
As manhãs são o melhor horário. Abu Simbel costuma ser um passeio de dia inteiro à parte, por terra ou de avião.